Aquele coração frágil de passarinho não podia aguentar tanto. Era olho que arregalava, bicho que amuava, bicho que relinchava.
Há muito esperava o sol se pôr, mas ele só nascia...
Acordava e dormia e nada da noite chegar...
Te acalma, homem, que a estrada é muito longa.
Te acalma, homem, ainda há muita ternura a chover sobre nós...
Te acalma, homem, que tu aprenderás a domar esses cavalos...
Te acalma, homem, que nem tudo, enfim, é guerra.
As estrelas haverão de iluminar nosso caminho...
terça-feira, 3 de agosto de 2010
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